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Uso de água sobe em Fortaleza, mesmo com tarifa mais alta para reduzir consumo

O açude Castanhão está com capacidade de somente 10%, a menor taxa de sua história

No Ceará, a preocupação da vez é com os reservatórios. Conforme monitoramento do Portal Hidrológico do Ceará, o nível dos reservatórios do Estado continua preocupante, com a capacidade hídrica de apenas 12,7%.

Em relação ao açude Castanhão, responsável por abastecer Fortaleza e Região Metropolitana, a situação é ainda pior, com apenas 10% do volume de água.

De acordo com o presidente da Companhia de Gestão e Recursos Hídricos (Cogerh), João Lúcio, a economia de água é essencial para o abastecimento próximo ano. “Com todo mundo colaborando, nós temos condições de avançar no ano de 2016”, destaca.

Apesar da tarifa de contingência aplicada pela Cegece, os primeiros resultados quanto à economia de água não são animadores. De acordo com a Companhia, o consumo que deveria ter reduzido em Fortaleza e Região Metropolitana teve aumento médio de 2,5% em dezembro de 2015 e janeiro de 2016.

Para a dona de casa Lucimeira de Azevedo, o racionamento é fundamental. “A gente tem que economizar. A água da minha máquina de lavar eu reutilizo pra lavar outras coisas, como passar pano em casa, lavar banheiro. Mesmo assim eu pensei que ia pagar mais barato, mas acabou vindo o aumento e a taxa de contingência”, pontuou.

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